De fato, várias doenças que afetam o nosso organismo se manifestam também pelos olhos. E, em muitos casos, os primeiros sintomas aparecem justamente neste local.

Mas, há distúrbios que não apresentam nenhum sinal externo. Porém, por meio de exames dos olhos, é possível detectar indícios de comportamentos anormais no organismo. Por exemplo, a retinografia pode revelar doenças neurológicas, infecciosas, crônicas, vasculares, hematológicas, reumáticas e, claro, também dos olhos.

Em relação aos problemas que atingem o nosso cérebro, esse exame auxilia na identificação de aneurisma cerebral, esclerose múltipla e acidente vascular cerebral (AVC), dentre outros. Por isso, a retinografia para neurologistas é muito útil para diagnósticos efetivos e tratamentos corretos.

Por esse motivo, vamos falar neste post sobre retinografia para neurologistas. Como funciona o exame, para que serve e quais doenças consegue detectar. Além disso, conheça o retinógrafo portátil Phelcom Eyer, inovação recém-lançada no mercado que já vem auxiliando centenas de especialistas e instituições da área de saúde.

 

Retinografia – o que é

 

Antes de qualquer coisa, vamos entender rapidamente o que é retinografia. Esse exame fotografa a retina, o nervo óptico, a coroide, os vasos sanguíneos e o fundo do olho. Desse modo, é possível observar e avaliar todo o fundo ocular por meio de imagens em alta resolução.

Atualmente, há dois tipos: a colorida e a fluorescente. Na primeira, o paciente senta-se em frente ao retinógrafo após dilatar a pupila. Em seguida, o técnico realiza a avaliação.

Já a fluorescente é a mais moderna e completa, uma vez que capta as imagens com um campo mais amplo e panorâmico de visão da retina. Dessa forma, permite a observação de várias partes do globo ocular que não são mostradas na retinografia colorida. Aqui, são usados filtros especiais e o contraste fluoresceína.

 

Retinografia para neurologistas – para que serve

 

Sem dúvida, a retinografia é muito importante para o diagnóstico de várias doenças. Utilizada principalmente por oftalmologistas, o exame também auxilia na identificação de problemas neurológicos. Isso porque o nervo óptico, situado no fundo da retina, é uma prolongação do cérebro. Então, quando há problemas por ali, é bem provável que se manifestem pelos olhos.

Além disso, muitos distúrbios atingem também os olhos.

Por outro lado, muitas doenças são assintomáticas na fase inicial. Por isso, essa avaliação é fundamental para a detecção precoce.

 

retinografia para neurologistas

 

Retinografia para neurologistas – doenças

 

Agora, conheça as principais doenças neurológicas que a retinografia auxilia no diagnóstico.

 

Aneurisma cerebral

 

O exame oftalmológico pode encontrar alguns indícios de aneurisma cerebral, como o aumento da pressão dentro do cérebro, inchaço do nervo óptico e hemorragia na retina. Para fechar o diagnóstico final, o especialista conta com a ajuda de avaliações complementares.

Em contrapartida, alguns dos sintomas atingem os olhos, como perda de acuidade visual e de campo de visão, visão embaçada, dor no local, pálpebras caídas e mudança na dilatação da pupila. Além do mais, a hemorragia no cérebro causada pelo aneurisma também pode gerar estrabismo.

 

Esclerose múltipla

 

Em muitos casos, o primeiro sinal de esclerose múltipla (EM) surge nos olhos: a neurite óptica. Estima-se que 66% dos pacientes com EM sofra com a disfunção pelo menos uma vez na vida. A doença ocorre quando o nervo óptico que liga o olho ao cérebro fica inflamado. Com a retinografia, é possível observar essa alteração no local.

Normalmente, atinge apenas um dos olhos. Dentre os principais sintomas, estão dor no olho, visão embaçada, cores que parecem maçantes e cegueira por um curto período de tempo.

Infelizmente, muitos pacientes que sofrem com esclerose múltipla apresentam problemas de visão. Outros sinais são visão dupla e movimento descontrolado dos olhos (nistagismo).

 

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

 

Logo após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), os pacientes apresentam quadro de embaçamento súbito da visão. Contudo, é possível prever um derrame cerebral até meses antes devido às alterações na retina.

Isso visto que a pressão alta, um dos fatores de risco para o AVC, pode provocar lesões no local, causando a retinopatia hipertensiva. Neste cenário, os danos podem ser vistos por meio da retinografia.

E isso é muito importante, dado que 80% dos casos de derrame cerebral poderiam ser evitados. No Brasil, a doença é a segunda principal causa de morte, atrás apenas do infarto.

 

Papiledema

 

A retinografia é igualmente indicada para o diagnóstico do papiledema. A doença é caracterizada pelo inchaço do nervo óptico devido ao aumento de pressão no cérebro ou em volta dele. Aliás, ela também se manifesta nos olhos externamente, com distúrbios volantes na visão.

 

Phelcom Eyer

 

retinografia para neurologistas

 

O Phelcom Eyer é um retinógrafo portátil acoplado a um smartphone. Ele captura imagens precisas da retina, em alta resolução e rapidamente. Isso sem a necessidade de colírio para dilatar a pupila. O equipamento foi desenvolvido pela startup Phelcom Technologies, com sede em São Carlos (SP).

Atualmente, o Eyer é o que há de mais moderno em teleoftalmologia para prevenção, diagnóstico e controle de diversos distúrbios que afetam a saúde dos olhos e do corpo.

Por exemplo, a inteligência artificial embarcada fornece funções inteligentes para auxílio ao diagnóstico médico e a captura dos exames de retina. Já a conectividade facilita o compartilhamento e acesso de dados dos exames na nuvem, no Eyer Cloud, habilitando o diagnóstico remoto.

Outros diferenciais do aparelho são a portabilidade e o valor mais acessível da tecnologia. Ele custa aproximadamente US$ 5 mil contra US$ 120 mil do retinógrafo tradicional, que ainda necessita de integração com o computador.

 

Conclusão

 

Com toda a certeza, você viu como a retinografia para neurologistas é essencial para o diagnóstico precoce de diversas doenças que afetam o cérebro. Dentre elas, aneurisma cerebral, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral (AVC) e papiledema.

De fato, é indiscutível a importância do exame. Por isso, também falamos neste post sobre a mais recente inovação no mercado na área de retinógrafos: o Phelcom Eyer.

Portátil, o aparelho acoplado ao smartphone realiza exames de retina em alta resolução, rapidamente e com um custo baixo. Além disso, disponibiliza os dados na nuvem, permitindo o diagnóstico remoto.

Por tudo isso e muito mais, centenas de médicos e instituições de saúde já contam com o equipamento no dia a dia.

 

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